sábado, 28 de novembro de 2015
Por que você às vezes se faz de ruim?
Eu sinceramente pensei que chegaria a 1 mês de blog com 30 relatos/postagens, mas não. Hoje eu acordei meio, meh. É um sábado bonito, mas lá no fundo há uma pontinha de tristeza que não sei o que é. Não sei se é o fim do ano chegando, saudade das coisas que penso ter perdido. As pessoas são egoístas, não estão acostumadas a perder. E é até engraçado, pois o desprezo da Fê chega a doer mais do que a morte do meu Pai. É muito estranho isso eu queria entender melhor o que se passa.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
De quando eu quis morrer
Dias depois que meu Pai morreu, eu considerei seriamente o suicídio, pois imaginei que a situação iria apertar muito mais do que apertou. E meu irmão veio com um papo deu tentar algum trabalho em supermercado, supermercado é o caralho, eu sou músico, se tiver que trabalhar com algo vai ser com isso. É claro que se não tiver escolha trabalharei com o que aparecer e eu julgar honesto. Mas naquela hora aquilo foi bem foda. Quer saber? Eles (família, especificamente Mãe) já me privaram de tantas coisas me aturar mais um pouco enquanto me resolvo é só um extra, ao meu entender.
Eu fiquei tão desolado naqueles dias de Fevereiro de dois e quatorze. Tentei falar com o Marquinhos, irmão de um professor meu, que tem um estúdio. Queria trabalhar pra ele. Não o encontrei, daí desisti da ideia. Não consegui chorar quando recebi a noticia de que ele tinha partido, faltei no velório e no enterro. Só vim a chorar dias depois quando fui cobrado e percebi que irmão, por melhor que seja, não é Pai. Foram dias confusos, em momentos desoladores, me lembrei de quando estudava na pré-escola e ele, o Pai, ficava bastante ausente, as tardes daqueles dias eram silenciosas e me faziam recordar desse tempo em que ele ficava distante com trabalho e nós não tínhamos tanto contato.
Fato é que em determinado momento eu separei uma corda e pensei em me enforcar, caso tudo piorasse ainda mais... Poxa, mas que merda, justo eu que sou progressista e acredito na vida ter um pensamento desse nível. Na sequencia desisti. Logo comecei a me expor cantando em fóruns, a música é um dos faróis que ainda me prendem na realidade. É claro que nem tudo são flores, depois conheci a garota dos fóruns, e com ela perdi brincando uns 3 meses. Esse fim de semana falei com o um colega do fórum. Ele é estranho, dá umas tiradas às vezes, acho que é melhor continuar o evitando. Também, vi fotos da Deko, uma outra conhecida dos fóruns, ela é bonita, mas é racista e tem simpatia pelo nazismo, então, não sei o que pensar.
Eu fiquei tão desolado naqueles dias de Fevereiro de dois e quatorze. Tentei falar com o Marquinhos, irmão de um professor meu, que tem um estúdio. Queria trabalhar pra ele. Não o encontrei, daí desisti da ideia. Não consegui chorar quando recebi a noticia de que ele tinha partido, faltei no velório e no enterro. Só vim a chorar dias depois quando fui cobrado e percebi que irmão, por melhor que seja, não é Pai. Foram dias confusos, em momentos desoladores, me lembrei de quando estudava na pré-escola e ele, o Pai, ficava bastante ausente, as tardes daqueles dias eram silenciosas e me faziam recordar desse tempo em que ele ficava distante com trabalho e nós não tínhamos tanto contato.
Fato é que em determinado momento eu separei uma corda e pensei em me enforcar, caso tudo piorasse ainda mais... Poxa, mas que merda, justo eu que sou progressista e acredito na vida ter um pensamento desse nível. Na sequencia desisti. Logo comecei a me expor cantando em fóruns, a música é um dos faróis que ainda me prendem na realidade. É claro que nem tudo são flores, depois conheci a garota dos fóruns, e com ela perdi brincando uns 3 meses. Esse fim de semana falei com o um colega do fórum. Ele é estranho, dá umas tiradas às vezes, acho que é melhor continuar o evitando. Também, vi fotos da Deko, uma outra conhecida dos fóruns, ela é bonita, mas é racista e tem simpatia pelo nazismo, então, não sei o que pensar.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Cacildis
Ficou um corre por aqui esses dias. Eu estava terminando um álbum. Consegui reunir 11 canções feitas dentro de um período de 1 ano. Foi legal, está sendo bem recebido no soundcloud. Hoje percebi que estou querendo um novo violão folk... É foda não ter dinheiro. Ele até nem está tão caro. Não sei. Vamos ver, talvez eu peça pro meu irmão parcelar pra mim.
Dia tranquilo. Tenho me sentido melhor desde que comecei a escrever aqui. Acho que faz a mente fluir e desabafar de coisas que estou pensando. A Fê é pensamento recorrente dentro da minha mente. Estava pensando também; meu pai morreu em 2014, mas acredito que ele desistiu de viver 10 anos antes, com uma série de brigas e acidentes que apareceram em sua vida.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Cranberries em fim de Domingo
Já é madrugada, o dia de domingo foi tranquilo, tomei sorvete e comi bastante. Agora vou fazer umas horinhas pelos chans e depois vou dormir. Me ocorreu de escrever um conto onde um cara compra pedras de crack, mas não as consome, o intuito dele é tirar a vez de outro usuário, paralelo a isso teria alguma metáfora maior que ainda não decidi bem. Estou compondo bastante, pensando em fazer algo voz, violão, baixo e uma bateria leve. Terminei de ajustar e lixar o rastilho do violão folk, o meu preferido, ele já tem quase 5 anos, está bem surradinho, mas ainda funcionando. Estou escutando Cranberries na NPR em um vídeo do YT. Hoje me faltaram palavras...
domingo, 15 de novembro de 2015
Analfabeto-bilíngue
Com quase trinta anos, morando na casa dos pais, sem nenhuma grande conquista pessoal, esse sou eu. Apanhei muito durante a infância, não o suficiente segundo minha mãe, mas olhando agora, após essas 29 voltas em torno do sol. Sabe o que dói mais? O fato dela não ter me deixado namorar na adolescência. Penso que isso me deixou travado nessa zona de conforto onde estou. Me lembro de um tempo em que forcei a barra pra ver se ela me deixava ter uma namorada, não uma ficante, eu disse; namorada. Ela nem tchum. Me lembre que eramos bastante católicos no começo de 2000 e então eu lia um livro de um professor católico que dava aconselhamentos de como deveria ser o namoro. Pfu... Não me serviu de muita coisa, não.
Embora, um tempo depois eu vim a ficar com uma garota. O nome dela era Ana, eu e meus colegas de classe chamávamos ela de Aninha. Deus, como eu tremia no primeiro beijo. Não sei o que ela viu em mim. O fato é que naquela semana há 11 anos atrás eu estava tentando algo com Iziane, uma baiana que tinha se mudado para o interior de São Paulo para estudar, daí nós ficamos muito amigos e e com ela eu caí em friendzone fodamente. Mas voltando a Aninha: eu achei o beijo uma coisa tão esquisita, sei lá, foi estranho. Ela cuidava de uma senhora depois do horário das aulas, então nós combinamos através da Tâmata, uma amiga em comum, de ficarmos nesse meio tempo na ida dela da escola até o seu trabalho.
Tudo feito, nós fomos, conversamos um pouco, mostrei meus desenhos para ela e quando chegou próximo a casa onde trabalhava ela me puxou e me deu um beijo de língua. Coração disparou, senti ele batendo na garganta, a língua dela enroscando na minha foi estranhamente bom. Ela beijava bem, eu acho. Isso foi numa quarta-feira. Repetimos a dose na quinta, mas aí eu já estava mais confiante. E ela me ensinou como beijar, e também me mostrou o que significava quando o homem queria mais, qual sinal deveria ser dado, pra isso deveria beijar o pescoço. Me lembro que nos últimos momentos desse dia eu já estava tão assanhadinho que já sentia a alça do sutiã dela. E ela sabiamente baixou minha mão a colocando na cintura da mesma. Vendo hoje, eu deveria ter descido e não subido, passar a mão na bunda dela seria a coisa mais sábia a se fazer naquele momento.
Embora, um tempo depois eu vim a ficar com uma garota. O nome dela era Ana, eu e meus colegas de classe chamávamos ela de Aninha. Deus, como eu tremia no primeiro beijo. Não sei o que ela viu em mim. O fato é que naquela semana há 11 anos atrás eu estava tentando algo com Iziane, uma baiana que tinha se mudado para o interior de São Paulo para estudar, daí nós ficamos muito amigos e e com ela eu caí em friendzone fodamente. Mas voltando a Aninha: eu achei o beijo uma coisa tão esquisita, sei lá, foi estranho. Ela cuidava de uma senhora depois do horário das aulas, então nós combinamos através da Tâmata, uma amiga em comum, de ficarmos nesse meio tempo na ida dela da escola até o seu trabalho.
Tudo feito, nós fomos, conversamos um pouco, mostrei meus desenhos para ela e quando chegou próximo a casa onde trabalhava ela me puxou e me deu um beijo de língua. Coração disparou, senti ele batendo na garganta, a língua dela enroscando na minha foi estranhamente bom. Ela beijava bem, eu acho. Isso foi numa quarta-feira. Repetimos a dose na quinta, mas aí eu já estava mais confiante. E ela me ensinou como beijar, e também me mostrou o que significava quando o homem queria mais, qual sinal deveria ser dado, pra isso deveria beijar o pescoço. Me lembro que nos últimos momentos desse dia eu já estava tão assanhadinho que já sentia a alça do sutiã dela. E ela sabiamente baixou minha mão a colocando na cintura da mesma. Vendo hoje, eu deveria ter descido e não subido, passar a mão na bunda dela seria a coisa mais sábia a se fazer naquele momento.
sábado, 14 de novembro de 2015
Eu estou com as minhas mãos limpas
Saudade da Fê me bate forte nessas infinitardes de sábado. Queria ter uma companhia feminina online que gostasse de mim, mas é foda, nem rede social eu tenho. Não gosto. Não acho uma forma de exposição bacana. A desfeita que ela fez de mim ainda dói. Só conversamos no Skype uma vez, já faz um ano? Acho que já faz quase isso... A última vez que à vi foi num tinychat no natal passado. E certamente nossa última conversa no Skype foi umas duas semanas antes disso, daí ela sumiu do chan. Poxa, tá foda isso, lembranças dela sempre me vêm do nada.
E fora isso está um calor dos infernos, 1000 coisas acontecendo na Europa, e eu empacado aqui. Puta que pariu. Daqui a pouquinho vou compor, ou ao menos tentar. Fora a temperatura eu estou bem desposto, não me masturbei ontém, talvez isso tenha alguma relação. Estou tentando gravar uma guitarra com um som bem Britpop, e fazer um single meu primeiro hit. Uma música bem tocada por aí, 20 mil plays em uma semana pra mim já estaria ótimo. Preciso de uma sacada. Vamos ver o que vem por aí.
E fora isso está um calor dos infernos, 1000 coisas acontecendo na Europa, e eu empacado aqui. Puta que pariu. Daqui a pouquinho vou compor, ou ao menos tentar. Fora a temperatura eu estou bem desposto, não me masturbei ontém, talvez isso tenha alguma relação. Estou tentando gravar uma guitarra com um som bem Britpop, e fazer um single meu primeiro hit. Uma música bem tocada por aí, 20 mil plays em uma semana pra mim já estaria ótimo. Preciso de uma sacada. Vamos ver o que vem por aí.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Sexta-Feira 13
Acordando cada dia mais tarde, e cada vez mais cansado, esse sou eu. Hoje acordei por volta das 14 horas, exausto como de costume, pulei o café, obviamente, já iniciei com a rotina da casa, logo, um almoço. Ontem assisti antes de dormir um filme com shemales, não foi tão bacana, mas serviu. Acordei hoje me questionando; o que estou fazendo da minha vida? Não estou muito legal não. Até as palavras me faltam. Mesmo assim em um exercício de liberar as ideias vou tentar escrever.
Daqui há pouco tem o Fim de Expediente, programa da CBN que eu e meu irmão escutamos, hoje ele chega mais cedo. Gosto quando ele chega, pois colocamos o papo em dia, não temos tantas coisas pra falar assim, mas é sempre legal. Eu não tenho amigos fora da família, então meus amigos acabam sendo meus irmãos e minha mãe. Não é ruim, mas sobre alguns assuntos nós não conversamos e isso é chato. Por exemplo nenhum deles sabe sobre a minha paixonite passada de internet.
Cheguei a conversar sobre isso via Skype com um cara que conheci no chan, ele era legal, mas me desapontou, me senti menosprezado em um dia aleatório, e agora tenho evitado falar com ele. Acho que ele tinha problemas mais sérios do que os meus e não servia para ser meu amigo. Fiquei desapontado com ele. Tem um outro também que acha que é músico, tadinho, desafinado que só... Eu queria que ele me ajudasse nas minhas composições, mas ele está sempre muito ocupado ou trabalhando ou se drogando, então esquece.
Daqui há pouco tem o Fim de Expediente, programa da CBN que eu e meu irmão escutamos, hoje ele chega mais cedo. Gosto quando ele chega, pois colocamos o papo em dia, não temos tantas coisas pra falar assim, mas é sempre legal. Eu não tenho amigos fora da família, então meus amigos acabam sendo meus irmãos e minha mãe. Não é ruim, mas sobre alguns assuntos nós não conversamos e isso é chato. Por exemplo nenhum deles sabe sobre a minha paixonite passada de internet.
Cheguei a conversar sobre isso via Skype com um cara que conheci no chan, ele era legal, mas me desapontou, me senti menosprezado em um dia aleatório, e agora tenho evitado falar com ele. Acho que ele tinha problemas mais sérios do que os meus e não servia para ser meu amigo. Fiquei desapontado com ele. Tem um outro também que acha que é músico, tadinho, desafinado que só... Eu queria que ele me ajudasse nas minhas composições, mas ele está sempre muito ocupado ou trabalhando ou se drogando, então esquece.
Dia de luz, festa de sol
Banho tomado, violão afinado, tudo acertado, só falta gravar. Voltei a usar a afinação em D no meu violão folk, violão esse que é o que mais gosto. Ele é grande, pouco acinturado, braço fino, já está bem desgastado, mas ainda funcionando bem. O principal desgaste vem do rastilho, já lixado, foi uma das primeiras modificações que fiz quando ele chegou, suas cordas eram absurdamente altas.
Atualmente estava usando a afinação padrão em E. Hoje voltei a usar a anterior, ele fica mais macio e gostoso de tocar.
Ontem antes de dormir procurei por um pornô bom no Xvideos, e encontrei um que me excitou muito. Era uma orgia, 5 caras transando com uma moça, baixinha, seios fartos e bunda grande, fizeram um oral nela revigorante de se ver, humilhada de todas as formas, o filme parecia muito mais uma luta. Fapei como um rei no final. Bom, no fim, posso dizer que foi uma quinta-feira revigorante.
Atualmente estava usando a afinação padrão em E. Hoje voltei a usar a anterior, ele fica mais macio e gostoso de tocar.
Ontem antes de dormir procurei por um pornô bom no Xvideos, e encontrei um que me excitou muito. Era uma orgia, 5 caras transando com uma moça, baixinha, seios fartos e bunda grande, fizeram um oral nela revigorante de se ver, humilhada de todas as formas, o filme parecia muito mais uma luta. Fapei como um rei no final. Bom, no fim, posso dizer que foi uma quinta-feira revigorante.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Seios, Rio de Janeiro e despedida
Em algum ano dos 90, fui até o rio de janeiro com meu pai. Vi o calçadão, o sol batia na areia e tornava tudo claro e feliz, me lembro de ter acordado cedo nesse dia eu era bem criança, mesmo assim fui acompanhá-lo em uma de suas viagens periódicas. Aquilo foi tão legal e bonito, me lembro do sol saindo por de trás das montanhas enquanto descíamos a serra em direção ao Rio de Janeiro. Não me lembro da loja e nem mais detalhes, só tenho essas vagas lembranças desse dia.
Há pouco me recordei da caixa da lotérica aonde pago as contas, e sinceramente, ela é muito linda. Magrinha, pinta os cabelos de dourado, tem um leve problema de dicção, nada que diminua sua beleza, seios pequenos, pouco maiores que peras. Como eu queria apertá-los.
Começou a chover agora, recordei de várias coisas. Uma que eu não gosto de quartas-feiras, é um dia onde sinto o clima pesado. Sei lá. E outra, porque choveu no dia em que meu Pai morreu, era uma quinta-feira, eu me lembro que ficou bastante tempo sem chover, justo no dia em que ele partiu a chuva veio. Eu olhava triste para o portão ainda tentando assimilar que ele não iria mais voltar. Entrei em choque, não conseguia nem chorar. A medida em que o tempo passa acho que a dor ameniza, mas ainda dói.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Dos que escolhem e os que são escolhidos
Quando tudo fica cinza, a dúvida paira sobre aquilo que você produz, o que fazer? Estou empacado em 4 canções que estou produzindo. É como se andasse em círculos, não consigo obter um resultado satisfatório e isso tem me atrapalhado um bocado. Já está tudo gravado, agora falta apenas mixar e subir no soundcloud. Mas sei lá, elas parecem não progredir... Talvez sejam canções que não funcionam, acho que isso pode existir. Talvez eu tenha que ouvir mais outras canções em busca de inspiração.
O bloqueio criativo está muito forte, não tenho achado muita graça no que estou tocando, seja no voz e violão ou mesmo as criações digitais no programa, meh... não sei. Terças-feiras costumam ser os meus dias preferidos, mas nesta agora eu estava cansado, já acordei assim... Está muito quente aqui, podia chover. Fiquei com um pouco de inveja com as notícias de um colega que foi tocar nos EUA durante suas férias, sei lá parece que eu nunca sou recompensado. Quando eu desenhava achava isso e foi esse pensamento que me levou a parar de desenhar, não quero que isso me aconteça novamente com a música. Oras, não pode ser assim com tudo, o que é bom pra ele, não necessariamente é bom pra mim.
Hoje vi pouca pornografia. Estou bem por enquanto. Mas realmente sinto falta de ter uma namorada, alguém pra transar dia sim dia não, anyway... Me lembrei hoje de Iziane uma baianinha que estudou comigo no ensino médio, meu Deus, como eu queria tê-la beijado... Isso é muito complicado pra mim. Eu me recordo também de Vanderlisa, nossa, essa era muito 10/10. 1997, quinta série, e três anos mais velha que eu. Tudo que lembro é que dei um Mokona (bonequinho das Guerreiras Mágicas) pra ela. Ela escutava funk e transava com o namorado, esse boato corria sempre pelos corredores.
Uma vez um colega roubou um preservativo para ela usar com o namorado dela. Nunca entendi bem essa história, pois eles transavam mas tinham vergonha de comprar camisinhas, eu, hein... vai entender. O fato é que eu sempre me lembro das 1001 garotas que já me apaixonei e não deu em nada, e me pergunto; até quando? Poxa, será que eu faço pouco? Ou estou pensando na cobertura quando ainda nem ergui o prédio. Não sei, mas o fato é que eu quero melhorar ter uma qualidade de vida melhor do que a que estou tendo quero uma voz preciso ser ouvido.
O bloqueio criativo está muito forte, não tenho achado muita graça no que estou tocando, seja no voz e violão ou mesmo as criações digitais no programa, meh... não sei. Terças-feiras costumam ser os meus dias preferidos, mas nesta agora eu estava cansado, já acordei assim... Está muito quente aqui, podia chover. Fiquei com um pouco de inveja com as notícias de um colega que foi tocar nos EUA durante suas férias, sei lá parece que eu nunca sou recompensado. Quando eu desenhava achava isso e foi esse pensamento que me levou a parar de desenhar, não quero que isso me aconteça novamente com a música. Oras, não pode ser assim com tudo, o que é bom pra ele, não necessariamente é bom pra mim.
Hoje vi pouca pornografia. Estou bem por enquanto. Mas realmente sinto falta de ter uma namorada, alguém pra transar dia sim dia não, anyway... Me lembrei hoje de Iziane uma baianinha que estudou comigo no ensino médio, meu Deus, como eu queria tê-la beijado... Isso é muito complicado pra mim. Eu me recordo também de Vanderlisa, nossa, essa era muito 10/10. 1997, quinta série, e três anos mais velha que eu. Tudo que lembro é que dei um Mokona (bonequinho das Guerreiras Mágicas) pra ela. Ela escutava funk e transava com o namorado, esse boato corria sempre pelos corredores.
Uma vez um colega roubou um preservativo para ela usar com o namorado dela. Nunca entendi bem essa história, pois eles transavam mas tinham vergonha de comprar camisinhas, eu, hein... vai entender. O fato é que eu sempre me lembro das 1001 garotas que já me apaixonei e não deu em nada, e me pergunto; até quando? Poxa, será que eu faço pouco? Ou estou pensando na cobertura quando ainda nem ergui o prédio. Não sei, mas o fato é que eu quero melhorar ter uma qualidade de vida melhor do que a que estou tendo quero uma voz preciso ser ouvido.
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terça-feira, 10 de novembro de 2015
É que saudade tem nome e se chama Fernanda
Nunca escrevi mais do que algumas linhas. Escrever nesses dias me faz muito necessário. Tenho tido saudades da Fernanda, minha amiga que conheci em fórum um anônimo da internet, meio que de brincadeira. Ela me fez voltar a sentir paixão por alguém. Era uma coisa boa, mas certamente eu gostava mais dela do que ela de mim. Ela era tão meiga nas fotos e nos textos que trocávamos.
Venho compondo bastante nesses últimos dias, espero criar logo um hit, uma música que agrade muita gente. As tardes estão sendo muito calorentas e isso tem me consumido um pouco. Sempre acordando cada dia mais tarde, e dando mais atenção a música na hora em que o sol se vai. Chans são ambientes frequentes e batidos no dia a dia por aqui, não estar trabalhando é uma coisa que também me aborrece às vezes, quero ter coisas e não tenho dinheiro disponível. Há anos eu quero ter uma guitarra semi-acústica, vermelha da Benson, tipo a que o Raul Seixas usava... Poxa, aquilo sim seria legal.
Agora há pouco minha Mãe veio comentar comigo que leu no G1 sobre um ex-embaixador que havia encontrado morto ou se matado e a Fê me veio a cabeça de imediato. Ela tinha umas tendências suicidas e sempre me relatava por e-mail. Teve uma vez que ela tentou se enforcar no banheiro e não conseguiu, sua Mãe a salvou... Acho que ela tinha problemas familiares graves. O que não seria problema pra mim, mas eu fico triste em pensar o que nós poderíamos ser vivendo juntos. Bom, talvez eu nunca saiba.
No começo do ano passado o meu Pai faleceu, o que me trouxe atona uma emergência de viver, sabe aquilo; preciso existir, não posso esperar? É, aquele tempo foi tristes, eu nunca entendi, mas aqueles dias que se seguiram eu dormia com uma mão apertando a madeira da cama, era como se eu estivesse me prendendo em um fio de esperança de que tudo melhoraria mais pra frente. Sei lá nunca entendi isso. Porém acho que a Fernanda aparece no meu caminho em um momento muito sensível, de modo que perder ela foi como um segundo luto. Eu tive que desapegar, mas sempre há aquela esperança de que ela me procure me envie um e mail. Mas acho que não vai acontecer.
Venho compondo bastante nesses últimos dias, espero criar logo um hit, uma música que agrade muita gente. As tardes estão sendo muito calorentas e isso tem me consumido um pouco. Sempre acordando cada dia mais tarde, e dando mais atenção a música na hora em que o sol se vai. Chans são ambientes frequentes e batidos no dia a dia por aqui, não estar trabalhando é uma coisa que também me aborrece às vezes, quero ter coisas e não tenho dinheiro disponível. Há anos eu quero ter uma guitarra semi-acústica, vermelha da Benson, tipo a que o Raul Seixas usava... Poxa, aquilo sim seria legal.
Agora há pouco minha Mãe veio comentar comigo que leu no G1 sobre um ex-embaixador que havia encontrado morto ou se matado e a Fê me veio a cabeça de imediato. Ela tinha umas tendências suicidas e sempre me relatava por e-mail. Teve uma vez que ela tentou se enforcar no banheiro e não conseguiu, sua Mãe a salvou... Acho que ela tinha problemas familiares graves. O que não seria problema pra mim, mas eu fico triste em pensar o que nós poderíamos ser vivendo juntos. Bom, talvez eu nunca saiba.
No começo do ano passado o meu Pai faleceu, o que me trouxe atona uma emergência de viver, sabe aquilo; preciso existir, não posso esperar? É, aquele tempo foi tristes, eu nunca entendi, mas aqueles dias que se seguiram eu dormia com uma mão apertando a madeira da cama, era como se eu estivesse me prendendo em um fio de esperança de que tudo melhoraria mais pra frente. Sei lá nunca entendi isso. Porém acho que a Fernanda aparece no meu caminho em um momento muito sensível, de modo que perder ela foi como um segundo luto. Eu tive que desapegar, mas sempre há aquela esperança de que ela me procure me envie um e mail. Mas acho que não vai acontecer.
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